Equipamentos para processamento de RSS Resíduo de Serviço de Saúde por processo de Gaseificação substituindo incinerador, autoclave e microondas produzindo combustíveis nobres ou energia elétrica com alta eficiência energética

O foco deste equipamento é a produção de gás combustível ou óleo combustível limpos ambientalmente a partir dos resíduos de serviço de saúde, sendo o equipamento auto sustentado térmica e eletricamente, sem necessidade de combustível adicional. Sendo o gás combustível utilizado em aquecimento de secadores, fornos, caldeiras ou produzindo energia elétrica com nossas Microturbinas a gás da SÍLEX ou com motogeradores, sendo este gás combustível semelhante ao gás de Pirólise produzido nos nossos reatores de pirólise com tecnologia de Extração Molecular e também de nossa fabricação, que são também utilizados neste tipo de resíduo mas com o fim de produzir óleo Diesel.

Nossos equipamentos não são desenhos em 3D, protótipos ou Chineses, e sim são produzidos por nossa empresa, com qualidade segurança operacional e ambiental, de forma que tem viabilidade técnica, ambiental e econômica.

PROCESSAMENTO DE RSS – SAÚDE EM ENERGIA TÉRMICA, ELÉTRICA E ÓLEO COMBUSTÍVEL de acordo com a portaria interministerial de Meio Ambiente, de Minas e Energia e de Desenvolvimento Regional sobre recuperação energética de resíduos sólidos urbanos 274 de 30 de abril de 2019.

Previsto na Lei Nº 12.305/10 que define a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o novo sistema é parte das metas previstas no Programa Lixão Zero, lançado no âmbito da agenda Nacional de Qualidade Ambiental Urbana, da atual gestão do MMA.

Este processamento é para nós tradicional, podendo ser verificado operando em nossas plantas industriais, pois detemos as tecnologias que unidas podem processar o RSS e o RSU de forma paralela no mesmo equipamento, com técnicas de separação prévia obedecendo às normas da ANVISA.

O retorno de investimento para geração de energia é de curtíssimo prazo, sendo muito mais curto que os processos de geração de energia através de energia solar ou fotovoltaica, hídrica ou térmica tradicional. Além de ser de rápido o licenciamento por ser ambientalmente limpo o processo e rápida a implantação do projeto.

Temos unidades pequenas unidades moduladas para pequenas produções de 100 kg hora de RSS para pequenas empresas, municípios ou consórcios de municípios.

E dispomos de unidades modulares e ampliáveis desde 100 até 2.000 kg hora, ou seja de 48 toneladas dia cada módulo.

Todas as imagens são de equipamentos no Brasil e de nossa fabricação, com laudos de emissão atmosférica dentro dos padrões das NBR’s e dos órgãos ambientais.

Vista ao fundo do Gaseificador produzido pela SÍLEX para RSS, para 200 kg/h

Microturbina Sílex a gás TS200
Microturbina TS200 SÍLEX de 200 kW efetivos, gerando energia elétrica qualificada, movida a gás de gaseificador de RSS.

Resíduos de uso comum nos reatores multifuncionais:

  • RSS – Resíduo Sólido de Saúde (lixo hospitalar)
  • RSU – Resíduo Sólido Urbano (lixo urbano)
  • Biomassa, como cavaco, podas, sementes, casca de arroz e árvore
  • Resíduo da logística reversa combustível
  • Resíduo combustível classe II não perigoso (plástico, papelão, espuma, pneu, lodo orgânico e sanitário, PU, etc)
  • Resíduo combustível classe I perigoso (oleoso, tinta, lodo, etc)
  • O gás combustível é gerado instantaneamente e à medida em que o sistema da turbina ou combustor pede, sem estocar o gás produzido, gerando segurança ambiental e pessoal.
  • Pequena área utilizada para instalar o Reator e geradores.
  • Geração de duplo faturamento, um pela cobrança no tratamento de resíduos e outro pela geração de energia térmica ou elétrica.
  • Com duas formas de geração de produtos sólidos: 1 – Produção de carvão industrial com baixos contaminantes em relação a óleo combustível de caldeira por exemplo. 2 – Redução de cinzas geradas a 5 %, e estas se depositadas em aterro não mais geram chorume, pois os orgânicos foram transformados em energia.
  • O Reator de Reversão Molecular utiliza uma parte da água dos resíduos, quebrando a água de umidade ou de constituição em dois gases importantes, sendo:
  • Gás Oxigênio, que é utilizado no processo produtivo do gás combustível interno no Reator.
  • Gás Hidrogênio, que é o gás utilizado nos novos automóveis movidos a Hidrogênio ou no combustível de foguetes.

Tendo o gás combustível gerado no Reator até 45% de gás Hidrogênio, e tem este gás Hidrogênio um alto poder calorífico, e após a sua combustão volta a ser água. Sendo um ciclo perfeito e limpo ambientalmente, de acordo com os Protocolos Ambientais Internacionais, do qual o Brasil é signatário.

– Relativo ao importante ponto ambiental, este processo é expressivo, pois reutiliza o resíduo que antes seria enviado (no caso de autoclave e microondas) para aterros ou lixões, e perdida simplesmente esta energia, e gerando poluição, risco e custos futuros de manutenção dos aterros.

– Ademais reduz-se significativamente a emissão de gases do efeito estufa ao reutilizar resíduos através das tecnologias dos Reatores de Reversão ou Extração Molecular da SÍLEX, visto o gás combustível é filtrado previamente e passa a emitir durante sua combustão gases muito abaixo dos limites legais conforme as Normas ambientais.

– Ressaltando que as análises de emissões atmosféricas nos equipamentos operacionais e licenciados ambientalmente estão dentro e bem abaixo do limite especificado nas Normas Brasileiras e Europeias.

– Desta forma o prazo de retorno do investimento em razão da tecnologia é curto, econômica e ambientalmente viáveis.

– COMPARATIVO TECNOLÓGICO

– Extração Molecular SÍLEX de última geração, que destrói a Biovida por quatro formas diferentes e cumulativas, por exposição:

  • ao processo por duas horas no mínimo.
  • a temperatura de 450 graus centígrados (bem acima da bactéria mais resistente de Tifo a 185oC por 30 minutos).
  • a voláteis de hidrocarbonetos fritando as bactérias.
  • ao vácuo, explodindo as bactérias.
  • Pegada de Carbono negativa.
  • E ainda produz a partir do RSS óleo combustível sintetizado (petróleo sintético), gás combustível, carvão combustível e metais nobres reciclados como agulhas.
  • Sem gerar subproduto algum a ser destinado a aterro. Portanto sem responsabilidade futura.
  • Produz Hidrogênio a partir da quebra da água.
  • O carvão obtido garante visualmente a eficiência do processo de forma imediata.
  • Alta produtividade e eficiência energética.
  • Baixa manutenção.
  • Baixo Pay Back, tendo dois faturamentos, de entrada de resíduos e dos produtos produzidos.
  • Sem custo de energia elétrica e combustíveis novos para o processo.

– Micro ondas – Destrói os microrganismos apenas pelo processo de micro-ondas. Resultando um resíduo malcheiroso para ser descartado em aterro com responsabilidade eterna do gerador sobre este resíduo secundário. Não gera receita e apenas custo do processo.

  • Baixa produtividade.
  • Precisa moer o resíduo previamente ao micro-ondas.
  • Não há garantia visual imediata de que o processo foi eficiente em termos de destruição bacteriana, pois a massa é fétida e nojenta.
  • Precisa ser descartado em aterro, com responsabilidade eterna do gerador sobre este resíduo secundário.
  • Alto custo de manutenção.
  • Baixo Pay Back, tendo um faturamento de entrada de resíduos apenas.
  • Com alto custo de energia elétrica para o processo.

– Incineração – Destrói os microrganismos e o resíduo como um todo apenas pelo processo de queima do resíduo a aproximadamente 1.200 graus centígrados.

  • Baixa produtividade.
  • Alta produção de gases de CO2, contribuindo para o efeito estufa.
  • Não há aproveitamento térmico no processo.
  • Resultando um resíduo de cinzas para ser descartado em aterro com responsabilidade eterna do gerador sobre este resíduo secundário. Caso a cinza saia com cor cinza, sem partes visualmente inteiras de resíduos, indica que o processo foi eficaz quanto a bactérias.
  • Não gera receita e apenas custo do processo, sendo injetado um combustível novo para a pós combustão.
  • Tem que lavar os gases de combustão e analisar os gases de emissões, inclusive quanto a Dioxinas e Furanos.
  • Alto custo de manutenção.
  • Baixo Pay Back, tendo um faturamento de entrada de resíduos apenas.
  • Com alto custo de energia elétrica e combustíveis novos para o processo.

– Autoclave – Destrói os microrganismos apenas pelo processo de pressão e a baixa temperatura aproximada de 160 graus centígrados. Resultando um resíduo malcheiroso para ser descartado em aterro com responsabilidade eterna do gerador sobre este resíduo secundário. Não gera receita e apenas custo do processo.

  • Baixa produtividade.
  • Não há garantia visual imediata de que o processo foi eficiente em termos de destruição bacteriana, pois a massa é fétida e nojenta. Exigindo análise biológica em laboratório e que demora dias para o resultado.
  • Precisa ser descartado em aterro, com responsabilidade eterna do gerador sobre este resíduo secundário.
  • Alto custo de manutenção.
  • Baixo Pay Back, tendo um faturamento apenas de entrada de resíduos.
  • Com alto custo de energia elétrica.