Nossos equipamentos não são desenhos em 3D, protótipos ou Chineses, e sim são produzidos por nossa empresa, com qualidade segurança operacional e ambiental, de forma que tem viabilidade técnica, ambiental e econômica.

PROCESSAMENTO DE RSU – RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS E DE SAÚDE EM ENERGIA ELÉTRICA E ÓLEO COMBUSTÍVEL de acordo com a portaria interministerial de Meio Ambiente, de Minas e Energia e de Desenvolvimento Regional sobre recuperação energética de resíduos sólidos urbanos 274 de 30 de abril de 2019.

Também o ministro Ricardo Salles lançou em 27 de Junho na sede do Ministério do Meio Ambiente, o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR), que tem o objetivo de subsidiar estados e municípios, e o DF, na gestão ambiental adequada dos resíduos sólidos urbanos.

Também foi lançado o Programa LIXÃO ZERO pelo MMA.

Previsto na Lei Nº 12.305/10 que define a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o novo sistema é parte das metas previstas no Programa Lixão Zero, lançado no âmbito da agenda Nacional de Qualidade Ambiental Urbana, da atual gestão do MMA.

Portarias e implementações que aceleram e regulam as atividades de recuperação de resíduos com tecnologias inovadoras como as que produzimos.

O foco deste equipamento é a produção de gás combustível limpo ambientalmente a partir dos resíduos, sendo o equipamento auto sustentado térmica e eletricamente, sem necessidade de combustível adicional. Sendo o gás combustível utilizado em aquecimento de secadores, fornos, caldeiras ou produzindo energia elétrica com turbogeradores Weg ou com microturbinas a gás da SÍLEX, sendo este gás combustível semelhante ao gás de Pirólise produzido nos nossos reatores de pirólise com tecnologia de Extração Molecular e de nossa fabricação.

Aliando diversas de nossas tecnologias conseguimos processar o lixo urbano de prefeituras gerado diariamente, e se for o caso, reutilizar o lixo já depositado em aterros ou lixões juntamente com o resíduo gerado diariamente.

Este processamento é para nós tradicional, podendo ser verificado operando em nossas plantas industriais.

Detemos as tecnologias que unidas podem processar o RSU, com técnicas de separação prévia em esteiras para reciclagem tradicional via associações existentes, separação totalmente automatizada, gaseificação e geração de energia elétrica. A parte orgânica pode ser separada para ser efetuada por compostagem se for viável dependendo da região, ou pode ser utilizada diretamente para gerar energia elétrica.

O retorno de investimento para geração de energia é de curtíssimo prazo, sendo muito mais curto que os processos de geração de energia através de energia solar ou fotovoltaica, hídrica ou térmica tradicional. Além de ser de rápido o licenciamento por ser ambientalmente limpo o processo e rápida a implantação do projeto.

Temos unidades pequenas unidades moduladas para pequenas produções de 200 kg hora de RSU para pequenos municípios ou consórcios de municípios.

E dispomos de umidades modulares e ampliáveis desde 200 até 2.000 kg hora, ou seja de 48 toneladas dia cada módulo.

Todas as imagens são de equipamentos no Brasil e de nossa fabricação, com laudos de emissão atmosférica dentro dos padrões das NBR’s e dos órgãos ambientais.

SÍLEX

Reator de Gaseificação SÍLEX para RSU

Reator de Gaseificação para biomassa

Reator de Gaseificação SÍLEX

Gás de RSU em combustão na fornalha

Combustão de gás de resíduos ao ar livre demostrando a combustão sem fumaça.       Note-se que o gás é branco.

Vídeo de combustão do gás combustível gerado no Gaseificador da Sílex a partir de RSU. Note-se que demostramos que mesmo com a combustão ao ambiente não gera fumaça.

Com uma tocha de 500 mm de diâmetro e quatro metros de comprimento, gerando calor para uma fornalha de secador de lodos industriais em processo licenciado ambientalmente.

Microturbina de 200 kW efetivos, gerando energia elétrica, movida a gás de gaseificador de RSU

Resíduos de uso comum nos reatores multifuncionais:

  • Biomassa, como podas
  • RSU – Resíduos Sólidos Urbanos (lixo urbano)
  • Resíduos da construção civil combustíveis
  • Resíduos da logística reversa combustíveis
  • Resíduos combustíveis classe II não perigosos (plásticos, papelão, espumas, pneus, borrachas, PU, etc)
  • RSS – Resíduos de saúde

– O gás combustível é gerado instantaneamente e à medida em que o sistema da turbina pede, sem estocar o gás produzido.

– Pequena área utilizada para instalar o Reator e geradores.

– Geração de duplo faturamento, um pela cobrança no tratamento de resíduos e outro pela geração de energia térmica ou elétrica.

– Redução de cinzas geradas a 5 %, e estas se depositadas em aterro não mais geram chorume, pois os orgânicos são transformados em energia.

– O Reator de Reversão Molecular utiliza uma parte da água dos resíduos, quebrando a água de umidade ou de constituição em dois gases importantes, sendo:

– Gás Oxigênio, que é utilizado no processo produtivo do gás combustível interno no Reator.

– Gás Hidrogênio, que é o gás utilizado nos novos automóveis movidos a Hidrogênio ou no combustível de foguetes.

Tendo o gás combustível gerado no Reator até 45% de gás Hidrogênio, e tem este gás Hidrogênio um alto poder calorífico, e após a sua combustão volta a ser água. Sendo um ciclo perfeito e limpo ambientalmente, de acordo com os Protocolos Ambientais Internacionais, do qual o Brasil é signatário.

– Relativo ao importante ponto ambiental, este processo é expressivo, pois reutiliza o resíduo que antes seria enviado para aterros ou lixões, e perdido simplesmente, e gerando poluição, risco e custos futuros de manutenção dos aterros.

– Ademais reduz-se significativamente a emissão de gases do efeito estufa ao reutilizar resíduos através das tecnologias dos Reatores de Reversão Molecular da SÍLEX, visto o gás combustível é filtrado previamente e passa a emitir durante sua combustão gases muito abaixo dos limites legais conforme as Normas ambientais.

– Ressaltando que as análises de emissões atmosféricas nos equipamentos operacionais e licenciados ambientalmente estão dentro e bem abaixo do limite especificado nas Normas Brasileiras e Europeias.

– Desta forma o prazo de retorno do investimento em razão da tecnologia é curto, econômica e ambientalmente viáveis.